Lançamentos - Editora Rocco - #14#

Livro: A ESPERANÇA
Autor: Suzanne Collins 
Tradução:Alexandre D’Elia
ISBN:978-85-7980-086-3
Páginas:424
Formato : 14x21
Série : Jogos Vorazes
Preço : R$ 39,50




 

O volume final da trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins, é exatamente o livro pelo qual os fãs esperavam: complexo, imaginativo e, ao mesmo tempo, brutal e humano. Depois de sobreviver aos jogos por duas vezes, Katniss Everdeen tentará se encontrar no papel de símbolo de uma revolução, enquanto luta para proteger sua mãe e sua irmã no meio de uma guerra. A série, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos, é o mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos, e mistura ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia com muita ação e aventura.
A saga ganhará adaptação para o cinema, com estreia mundial prevista para março de 2012. A direção do longa está a cargo de Gary Ross (Quero ser grande/Seabiscuit) e a protagonista Katniss será interpretada por Jennifer Lawrence, finalista ao Oscar de melhor atriz por Inverno da alma. A trilogia manteve-se por 130 semanas consecutivas na prestigiada lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, e também permaneceu no topo do ranking do USA Today e da revista Publisher’s Weekly.
Katniss conseguiu sair da arena pela segunda vez, mas, mesmo assim, ainda não está a salvo. A Capital está irritada e quer vingança e, por isso, inicia uma represália a toda a população. Numa trama tão violenta quanto psicológica, Suzanne Collins consegue provocar, em A esperança, um debate sobre a moral e os valores da guerra e as consequências das escolhas feitas por cada um dos personagens.
Ser o símbolo da revolução tem um preço alto para Katniss, que terá que decidir o quanto da sua própria humanidade e sanidade ela poderá arriscar em nome da causa, dos seus amigos e da sua família. É pela voz da protagonista, ainda mais feroz e obstinada, que a autora desafia o leitor a refletir em meio a cenas cruéis de combate. Tudo isso numa narrativa brilhante, com viradas surpreendentes que levam a um desfecho chocante e original.
Ambientado num futuro sombrio, a saga Jogos Vorazes é pioneira de uma tendência que ganhou força no mercado de bestsellers juvenis: a dos romances distópicos e pós-apocalípticos. As obras renderam à autora Suzanne Collins lugar na badalada lista de 100 personalidades mais influentes do ano da revista Time em 2010. Com narrativa ágil e ousada, os livros da trilogia foram traduzidos para 44 países e vêm atraindo leitores de diversas faixas etárias.


Livro: O BOM LADRÃO
Autor: Hannah Tinti 
Tradução:Augusto Newton Goldman
ISBN:978-85-325-2692-2
Páginas:336
Formato : 14x21
Preço : R$ 42,00




 

Ren tem apenas doze anos de idade, mas a vida o transformou num veterano em sofrimento: o menino jamais conheceu sua família e vive desde bebê num orfanato na região de Nova Inglaterra, torcendo para que apareça alguém para adotá-lo. Periodicamente, os meninos do orfanato são enfileirados para que algum morador da região se apiede de algum deles e o leve para casa. Ren já viu isso acontecer várias vezes, mas no seu caso a história é diferente: a visão do menino sem uma das mãos, perdida não se sabe como, acaba com a intenção de qualquer um de tirá-lo dali. Já sem esperanças, o menino acha que ficará sozinho no mundo para sempre quando aparece um homem clamando ser seu irmão. Mas será que ele é quem realmente diz? E o que será de Ren nas mãos do misterioso homem?
Considerado um dos cem livros notáveis do ano pelo The New York TimesO bom ladrão é o premiado romance de estreia da americana Hannah Tinti, autora da elogiada coletânea de contos Verdadeiros animais, também publicada pela Rocco. Com sua prosa imaginativa, que flerta com o gótico, ela apresenta um personagem cheio de nuances, que atrai o leitor pela sua doçura e inocência, ao mesmo tempo que comove pela amargura nascida de seu sofrimento.
No orfanato, o menino com uma só mão desenvolvera a estranha obsessão de se apossar de objetos por meio de pequenos furtos, como se esses atos pudessem lhe compensar a ausência física de uma parte de seu corpo, e a psicológica, de uma família que o amasse.
Mas ele não sabia que essa habilidade adquirida do vazio que sentia pudesse se tornar uma espécie de ganha-pão. Ren já entrara em desespero ao perceber que jamais sairia da fila para adoção. Aleijado, seu fim era ser compulsoriamente expulso do orfanato para uma caminhada solitária e dolorosa; afinal, em sua condição, nem mesmo o Exército, que recrutava os rejeitados de afeto e era o terror destes, talvez o quisesse. Mas a chegada de Benjamin Nab, afirmando ser seu irmão perdido, mudava todo o panorama de Ren, criando nele a possibilidade de efetivamente ter uma família.
No entanto, a família que Benjamin lhe oferecia não era aquela com a qual o menino sonhava, com o pai trabalhador e a mãe carinhosa que o receberia sempre com mesa farta e cafunés. Ben era um grande enganador, um impostor, um vigarista. E o mundo que ele apresentaria a Ren seria um povoado por punguistas, pequenos ladrões e negociantes do submundo. A escória da sociedade. Recaía sobre Ren a escolha: ele se tornaria um deles ou, se fugisse, estaria sozinho e perdido novamente. Por meio de Ben, estariam não somente a chave para seu futuro, mas pistas sobre seu passado.
Em O bom ladrão, Hannah Tinti confirma o talento de hábil contadora de histórias revelado em Verdadeiros animais e cria um dos mais fascinantes e cativantes jovens heróis da literatura norte-americana contemporânea.


Livro: O BAZAR GLOBAL E O CLUBE DOS CAVALHEIROS INGLESES
Autor: Homi Bhabha
Tradução:Teresa Dias Carneiro
ISBN:978-85-325-2706-6
Páginas:192
Formato : 14x21
Preço : R$ 27,00




 

Considerada um verdadeiro fenômeno pela repercussão que alcançou no meio acadêmico ocidental, a obra do indiano radicado nos Estados Unidos Homi Bhabha, embora ampla, ainda é relativamente pouco conhecida e traduzida no Brasil. A Rocco dá um importante passo para mudar esta realidade com o lançamento de O bazar global e o clube dos cavalheiros ingleses, que reúne sete ensaios que fornecem um retrato bastante representativo da obra de Homi Bhabha, tanto pela diversidade de assuntos abordados, quanto pelo seu cunho interdisciplinar, que o leva a transitar por obras de escritores como Toni Morrison, Sylvia Plath, Leonardo da Vinci, Hannah Arendt, Susan Sontag e T. S. Eliot, entre outros.
Considerado uma das maiores expressões da chamada teoria pós-colonial, ao lado de Edward Said, Stuart Hall e Gayatri Spivak, e bebendo em fontes tão diversas quanto as obras de Jacques Derrida, Lacan, Foucault e Rushdie, Homi Bhabha se voltou para a desestabilização da perspectiva binária e hierarquizada sobre a qual se construíra a retórica colonialista. Para ele, toda identidade cultural é fundamentalmente híbrida e não excludente. Nesta mistura, o conflito entre cultura dominante e dominada se daria justamente nesse conglomerado de diferenças, ou seja, as relações coloniais não envolvem apenas a imposição de uma cultura sobre outras, mas a luta num espaço em constante mudança que dá margem a todo tipo de dominação e, ao mesmo tempo, gera a possibilidade de deslocamentos e subversões.
O primeiro texto de O bazar global e o clube dos cavalheiros ingleses, “Ebonics: o inglês da rainha”, aborda a relação entre identidade e linguagem, com todas as suas implicações em um universo de deslocamento de grupos que é cada vez mais comum. No segundo ensaio, “A arte da vítima: dance conforme esse disco”, o autor discute arte e valores. Já o texto seguinte, “O entrelugar das culturas”, volta-se para a discussão sobre as diferenças culturais.
No ensaio “Aura e ágora: sobre a negociação do gozo e o falar entre”, Bhabha trata, basicamente, da tensão desses dois elementos no plano da arte: a “aura” associada ao sublime, e a “ágora”, lugar de inscrição temporal dos sujeitos no prosaico mundo cotidiano. O texto seguinte, “Pós-modernismo/Pós-colonialismo”, volta-se para a relação problemática entre os dois conceitos, dando especial atenção ao estatuto do sujeito, à representação, à história e à arte.
“O bazar global e o clube dos cavalheiros ingleses” – que dá título à coletânea – parte das imagens de um bazar oriental e de um clube privado de cavalheiros ingleses para abordar questões como a globalização e a noção de comunidade e da cultura e sua temporalidade. Por fim, “Olhando para trás, indo para frente: observações sobre o cosmopolitismo vernacular” busca equacionar duas questões centrais na obra de Bhabha, política cultural e política social, mostrando que a teoria não pode estar dissociada da experiência cotidiana de cada indivíduo.
Os ensaios de Homi Bhabha convidam o leitor interessado em questões políticas, culturais e filosóficas do nosso tempo a compartilhar de um discurso energizado pelo impulso da militância teórica e pela afirmação da responsabilidade do intelectual diante das relações de dominação que tecem os dramas humanos e a história das lutas pela liberdade e identidade que se seguiram no período pós-colonial. Tudo isso apoiado numa análise lúcida e inovadora das artes e da literatura.


Livro: RATO
Autor: Jeff Stone 
Tradução:Rita Sussekind
ISBN:978-85-61396-23-7
Páginas:224
Formato : 13,7x20,7
Série : Os Cinco Ancestrais
Preço : R$ 29,00


 

O belo toque de orientalismo trazido pela filosofia do Kung Fu permanece no sexto livro da série Os Cinco Ancestrais. No volume anterior, o vingativo Ying, após sair da prisão, descobriu que foi traído por seus comparsas e precisava encontrar aliados para se vingar. Novas alianças se formaram com a ajuda daqueles que o próprio monge tentou matar. Agora, em Rato, os monges sobreviventes da destruição do Templo Cangzhen, cada um mestre em um estilo de luta, percebem que terão que abandonar suas diferenças para se infiltrar no território inimigo.
Em meio a uma trama cada vez mais caótica, Rato se questiona sobre estar sozinho no mundo e em quem deveria ou poderia confiar. Para encontrar o seu caminho, ele tem de lidar com um imperador despótico, sedento de poder, uma mãe cobra, piratas implacáveis e senhores da guerra. A obra desenvolve a história de forma bem articulada e traça um novo ponto de vista sobre os acontecimentos que se desenrolaram ao longo da série, configurando-se como o volume mais intrigante da saga.
Coragem, perseverança, sabedoria, mistério e aventura são alguns dos ingredientes da série Os cinco ancestrais, que já vendeu mais de 500 mil exemplares em todo o mundo. Os livros – que foram traduzidos para 12 idiomas e tiveram os direitos de adaptação para o cinema comprados pela Nickelodeon – recriam a história dos cinco jovens monges que, segundo a lenda, deram origem à milenar arte do Kung Fu.